Se você quiser bancar o Laughing Man, já pode com a jaqueta oficial inspirada no personagem introduzido no quarto episódio da primeira temporada de Stand Alone Complex!
Produzida pela plot, as roupas vão da mencionada jaqueta azul vestida pelo Laughing Man até um sobretudo utilizado por Motoko Kusanagi no filme Solid State Society.
O preço da jaqueta é salgado: 39,900 ienes, aproximadamente 800 reais.
Corra porque os pedidos estão abertos somente até o dia 20 de Agosto.
Para adquirir, visite a loja da plot.
Aceito doações!
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Wednesday, June 8, 2011
Tuesday, February 1, 2011
Balanço de Janeiro
Vamos lá para o balanço do mês.
Acredito que Janeiro foi o mês que mais me ocupei com o site, desde que resolvi criá-lo em Junho passado.
Alguns dos destaques foi ter re-assistido a primeira temporada de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e tê-la resenhado por completo, episódio por episódio.
Além da série, resolvi traduzir a resenha do primeiro filme da franquia, um dos primeiros postados aqui. Não apenas traduzi, mas como adicionei algumas coisas que deixei passar na resenha em inglês.
Ainda falando de GitS, resolvi assistir a segunda temporada, 2nd GIG, que havia começado alguns anos antes mas nunca terminado. 2nd GIG também é bom, mas a minha preferência pessoal continua com a primeira. Não que 2nd GIG seja pior, só é diferente, algo aparente no décimo episódio, por exemplo, e no décimo-quinto também. Mas 2nd GIG tem os seus destaques, e um dos melhores episódios é Poker Face, e Lady Gaga apenas era uma wannabe star quando esse capítulo foi lançado.
E como não só vivo de Ghost in the Shell, por incrível que pareça, mas continuando na fase animé, assisti e escrevi sobre as três séries de Dominion, o apenas bom Dominion Tank Police, o fraquinho New Dominion Tank Police e o horrendo TANK S.W.A.T 01.
Uma bela surpresa foi o animé Armitage III, inteligente e adulto, com alguns toques de Blade Runner aqui e lá.
Mas o que me surpreendeu mesmo foi o primeiro filme cyberpunk-ficção-científica produzido na Índia, Enthiran, uma mistura de Exterminador do Futuro e Matrix. Vale a pena conferir.
Janeiro também foi o mês que escrevi a minha primeira resenha de um jogo, Front Mission para o Nintendo DS. Com elementos cyberpunk e mecânicas de táticas, Front Mission merece ser jogado.
E Fevereiro começou bem, com uma análise que me orgulho de ter escrito, sobre o livro Neuromancer, uma das três jóias do gênero cyberpunk.
E o que está por vir?
Bom, alguns rascunhos meio começados, meio-terminados, pretendo terminar algo que apenas mencionei aqui: um possível paralelo entre o fundador do Wikileaks, Julian Assange, e o "hacker-vilão" Laughing Man de GitS: S.A.C.
Além disso, mais análises para completar, de um desenho Sérvio, por exemplo, e filmes que estou assistindo.
Acredito que Janeiro foi o mês que mais me ocupei com o site, desde que resolvi criá-lo em Junho passado.
Alguns dos destaques foi ter re-assistido a primeira temporada de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e tê-la resenhado por completo, episódio por episódio.
Além da série, resolvi traduzir a resenha do primeiro filme da franquia, um dos primeiros postados aqui. Não apenas traduzi, mas como adicionei algumas coisas que deixei passar na resenha em inglês.
Ainda falando de GitS, resolvi assistir a segunda temporada, 2nd GIG, que havia começado alguns anos antes mas nunca terminado. 2nd GIG também é bom, mas a minha preferência pessoal continua com a primeira. Não que 2nd GIG seja pior, só é diferente, algo aparente no décimo episódio, por exemplo, e no décimo-quinto também. Mas 2nd GIG tem os seus destaques, e um dos melhores episódios é Poker Face, e Lady Gaga apenas era uma wannabe star quando esse capítulo foi lançado.
E como não só vivo de Ghost in the Shell, por incrível que pareça, mas continuando na fase animé, assisti e escrevi sobre as três séries de Dominion, o apenas bom Dominion Tank Police, o fraquinho New Dominion Tank Police e o horrendo TANK S.W.A.T 01.
Uma bela surpresa foi o animé Armitage III, inteligente e adulto, com alguns toques de Blade Runner aqui e lá.
Mas o que me surpreendeu mesmo foi o primeiro filme cyberpunk-ficção-científica produzido na Índia, Enthiran, uma mistura de Exterminador do Futuro e Matrix. Vale a pena conferir.
Janeiro também foi o mês que escrevi a minha primeira resenha de um jogo, Front Mission para o Nintendo DS. Com elementos cyberpunk e mecânicas de táticas, Front Mission merece ser jogado.
E Fevereiro começou bem, com uma análise que me orgulho de ter escrito, sobre o livro Neuromancer, uma das três jóias do gênero cyberpunk.
E o que está por vir?
Bom, alguns rascunhos meio começados, meio-terminados, pretendo terminar algo que apenas mencionei aqui: um possível paralelo entre o fundador do Wikileaks, Julian Assange, e o "hacker-vilão" Laughing Man de GitS: S.A.C.
Além disso, mais análises para completar, de um desenho Sérvio, por exemplo, e filmes que estou assistindo.
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Wednesday, January 5, 2011
Ghost in the Shell: S.A.C - Episódio 21
Eraser segue os eventos do episódio anterior:
Portanto, Togusa fica fora de ação e acompanhamos o restante da Seção 9 e o desenlace dos eventos prévios:
Algumas pequenas reviravoltas acontecem e logo são resolvidas, como a verdadera identidade do Laughing Man:
O bom é que essas pontas são resolvidas, não deixando margem para dúvidas, e permitindo o desenrolar do caso nos próximos episódios.
Praticamente temos cenas de ação durante toda a duração, como que compensando o ritmo mais calmo dos episódios anteriores.
E uma cena que lembrou o final do primeiro filme de Ghost in the Shell:
Mas dessa vez, Motoko se sai melhor e prova porque é tão bad ass:
Sendo a parte de um todo maior, Eraser termina em aberto, com várias deixas para os próximos:
Excelente episódio!
Portanto, Togusa fica fora de ação e acompanhamos o restante da Seção 9 e o desenlace dos eventos prévios:
Algumas pequenas reviravoltas acontecem e logo são resolvidas, como a verdadera identidade do Laughing Man:
O bom é que essas pontas são resolvidas, não deixando margem para dúvidas, e permitindo o desenrolar do caso nos próximos episódios.
Praticamente temos cenas de ação durante toda a duração, como que compensando o ritmo mais calmo dos episódios anteriores.
E uma cena que lembrou o final do primeiro filme de Ghost in the Shell:
Mas dessa vez, Motoko se sai melhor e prova porque é tão bad ass:
Sendo a parte de um todo maior, Eraser termina em aberto, com várias deixas para os próximos:
![]() |
| Será? |
Excelente episódio!
Ghost in the Shell: S.A.C - Episódio 20
Estamos na reta final da primeira temporada e como não poderia ser diferente, os Complex estão de volta, depois de uma maratona de oito Stand Alone, com resultados bem variáveis: fracos, na média e ótimos e excelentes.
Deleted Medicine continua os eventos vistos no último Complex exibido, Portraitz, onde Togusa se infiltrou no centro vocacional para pacientes da doença conhecida como síndrome do cyberbrain com resultados desastrosos.
A história começa a engrossar, portanto se deve prestar atenção aos mínimos detalhes para não se perder o fio da meada; novos personagens e organizações são introduzidos, e apesar do Laughing Man não aparecer, sua presença é sentido por todo o capítulo.
O foco volta para Togusa, seguindo os eventos da infiltração falhada no décimo primeiro episódio, e com aprovação da Major, ele começa a traçar paralelos do caso com o O Apanhador no Campo de Centeio, com resultados interessantes.
Logo, ele descobre uma lista de pacientes de uma vacina para tratamento da esclerose de cyberbrain que havia desaparecido e um novo escândalo começa a se formar.
Acontece que a vacina, apesar de ser o único meio comprovado de tratamento da doença, não foi aprovada para uso geral da população, ficando apenas restrita para certas pessoas influentes. Para piorar, tal fato é escondido do público. E para piorar mais ainda, Togusa começa a chegar perto da verdade: o motivo da vacina não ter sido aprovada em primeiro lugar.
Então, outras organizações entram na jogada, como essa:
E o DEA:
And the plot thickens.
E além das intrigas temos também um pouco de preenchimento de lacunas da história do mundo até então, e que não dá pra evitar pensar em ser um parelelo ao nosso próprio:
Concluindo, temos aqui a volta em grande estilo dos episódios Complex e com um mix certo de intrigas, algumas revelações e ação, não tem como não se empolgar com a evolução da história.
Recomendado!
Deleted Medicine continua os eventos vistos no último Complex exibido, Portraitz, onde Togusa se infiltrou no centro vocacional para pacientes da doença conhecida como síndrome do cyberbrain com resultados desastrosos.
A história começa a engrossar, portanto se deve prestar atenção aos mínimos detalhes para não se perder o fio da meada; novos personagens e organizações são introduzidos, e apesar do Laughing Man não aparecer, sua presença é sentido por todo o capítulo.
O foco volta para Togusa, seguindo os eventos da infiltração falhada no décimo primeiro episódio, e com aprovação da Major, ele começa a traçar paralelos do caso com o O Apanhador no Campo de Centeio, com resultados interessantes.
Logo, ele descobre uma lista de pacientes de uma vacina para tratamento da esclerose de cyberbrain que havia desaparecido e um novo escândalo começa a se formar.
Acontece que a vacina, apesar de ser o único meio comprovado de tratamento da doença, não foi aprovada para uso geral da população, ficando apenas restrita para certas pessoas influentes. Para piorar, tal fato é escondido do público. E para piorar mais ainda, Togusa começa a chegar perto da verdade: o motivo da vacina não ter sido aprovada em primeiro lugar.
Então, outras organizações entram na jogada, como essa:
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| Laughing Flower |
E o DEA:
And the plot thickens.
E além das intrigas temos também um pouco de preenchimento de lacunas da história do mundo até então, e que não dá pra evitar pensar em ser um parelelo ao nosso próprio:
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| Estamos em 2011 e temos oito anos para começar a verdadeira cyberização |
Concluindo, temos aqui a volta em grande estilo dos episódios Complex e com um mix certo de intrigas, algumas revelações e ação, não tem como não se empolgar com a evolução da história.
Recomendado!
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| Eu também |
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Sunday, January 2, 2011
Ghost in the Shell: S.A.C - Episódio 11
Como diz a abertura, o décimo-primeiro é um episódio Complex, apesar de não parecer, pelo menos até os instantes finais.
A história resumida:
O database do Ministério da Saúde foi hackeado por alguém dentro de um centro vocacional sob jurisdição do Ministério da Justiça e Togusa é incumbido de investigar, trabalhando como agente infiltrado dentro desse centro.
Objetivo do centro:
A realidade:
Portraitz é similar ao episódio anterior no sentido de ser um pouco pesado no lado psicológico.
Enquanto Jungle Cruise se utilizou de um conflito, uma guerra, para explorar o tema proposto, aqui, através de crianças, o tema e aspectos de uma doença, a Síndrome do Cyberbrain, são investigados, infelizmente não para benefício das vítimas, mas de alguns que conseguem se aproveitar delas.
Alguns aspectos demonstrados ao longo são interessantes e não pude evitar fazer algumas comparações do que é mostrado com a nossa própria realidade:
Os eventos aqui não parecem ter uma resolução definitiva, deixando toda a investigação em aberto, e fazendo parte da categoria Complex, não dá para evitar pensar em como esse se encaixa no caso Laughing Man, até que no final temos um pequeno vislumbre, começando aqui:
E terminando aqui:
Realmente, é de deixar qualquer um empolgado.
Para terminar, duas curiosidades. Primeiro, a semelhança entre a diretora do centro e a enfermeira Mildred do filme Um Estranho no Ninho:
A segunda curiosidade, na verdade mais do que isso, é a influência que o livro O Apanhador no Campo de Centeio e seu autor J.D. Salinger têm sobre o caso Laughing Man, o termo sendo o nome de um conto do próprio Salinger.
É claro que não é obrigatório ter lido O Apanhador mas ter algum conhecimento sobre a obra torna a experiência de acompanhar o caso Laughing Man mais satisfatória.
Excelente episódio!
Os próximos oito capítulos se enquadram na categoria Stand Alone, portanto teremos histórias mais leves, que não fazem parte do caso principal da temporada.
A história resumida:
O database do Ministério da Saúde foi hackeado por alguém dentro de um centro vocacional sob jurisdição do Ministério da Justiça e Togusa é incumbido de investigar, trabalhando como agente infiltrado dentro desse centro.
Objetivo do centro:
A realidade:
Portraitz é similar ao episódio anterior no sentido de ser um pouco pesado no lado psicológico.
Enquanto Jungle Cruise se utilizou de um conflito, uma guerra, para explorar o tema proposto, aqui, através de crianças, o tema e aspectos de uma doença, a Síndrome do Cyberbrain, são investigados, infelizmente não para benefício das vítimas, mas de alguns que conseguem se aproveitar delas.
Alguns aspectos demonstrados ao longo são interessantes e não pude evitar fazer algumas comparações do que é mostrado com a nossa própria realidade:
Os eventos aqui não parecem ter uma resolução definitiva, deixando toda a investigação em aberto, e fazendo parte da categoria Complex, não dá para evitar pensar em como esse se encaixa no caso Laughing Man, até que no final temos um pequeno vislumbre, começando aqui:
E terminando aqui:
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| Retrato falado |
Realmente, é de deixar qualquer um empolgado.
Para terminar, duas curiosidades. Primeiro, a semelhança entre a diretora do centro e a enfermeira Mildred do filme Um Estranho no Ninho:
A segunda curiosidade, na verdade mais do que isso, é a influência que o livro O Apanhador no Campo de Centeio e seu autor J.D. Salinger têm sobre o caso Laughing Man, o termo sendo o nome de um conto do próprio Salinger.
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| Citações |
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| Referências visuais |
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| E objetos |
Excelente episódio!
Os próximos oito capítulos se enquadram na categoria Stand Alone, portanto teremos histórias mais leves, que não fazem parte do caso principal da temporada.
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